sexta-feira, 27 de Novembro de 2009

Black Friday

Pela primeira vez este ano tive consciência da chegada e celebração do "Thanksgiving Day ". Também aprendi um pouco mais sobre a forma como o dia é celebrado, em culturas bem distantes da minha e descbri que o Black Friday sucede ao que nós chamariamos Dia da Acção de Graças...

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by Dave Chameides Nov 24, 2009 7:01 am

This Black Friday Send Corporate America a Message and Just Say No

This coming Friday, the day after Thanksgiving, is a bleak day in the United States known as Black Friday. I sadly felt compelled to write about it last year, and this year am hitting it ahead of the curve and hopefully with a piece of advice.

Black Friday, as many of you may know, is the day after Thanksgiving where prices are slashed and the official buying frenzy that is the Christmas shopping season begins. It will be marked by sales, hustling and bustling, and sadly, if prior years are any indication, a few injuries and perhaps even a few deaths.

I don’t know really where to begin in discussing how wrong Black Friday is, because it’s wrong in so many ways. We’re killing each other over a few dollars off on a doll? Seriously? As far as I’m concerned, it’s nothing more than a one-day event that shows corporations how we the people have bought fully into the concept that capitalism is king. It’s the day where we head out in droves and show them–yes, we believe your commercials and your ads, and are willing to empty our wallets and weapons in search of that all-elusive state we call happiness.

Sadly, nothing for sale on Friday will get us there. There is no product, no special, and no “thing” that will truly make us happy in the full sense of the word. Sure that new Wii will bring us a smile for a while, but only until we tire of it, or the next greatest game comes along, and then we’ll be jealous of those who have the new one, and wonder how we can jettison the old. It’s a vicious cycle–one that once you’ve bought into, you will have trouble getting out of.

So Friday, I along with the help of AdBusters, am asking you to step out of it all and stop. On November 27th (Nov 28th internationally), Adbusters is sponsoring their Buy Nothing Day, a 24-Hour Moratorium on Consumer Spending. The concept is simple. Don’t buy anything. Send corporations the message that you can’t be bought and you won’t buy in, and simply say no. Spend the day outdoors, with a friend, take a hike, even clean the house, just don’t buy anything. It’s that simple.

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Porque é que as pessoas precisam de chegar a esse extremo do consumismo? Está certo que essa é a oportunidade que alguns têm de gastar as suas poupanças para comprar presentes para quem amam, mas... que isso leve a perda de vidas e ferimentos, acho demais!

Enfim, um problema que não nos diz respeito de forma directa (a nós cá do Sul, dos países sub-desenvolvidos, muitas vezes referidos países pobres ).

Esta semana participei numa formação sobre Direitos Humanos, e a discussão sobre pobreza foi inevitável. A questão colocada foi: “Será que a pobreza é uma violação dos direitos humanos?”. A reposta é positiva tanto do ponto de vista legal como moral, mas ante situações como esta, eu sinto dor, e muita, muita tristeza de 6.68 biliões de seres humanos vivermos planeta e estarmos tão distantes na nossa própria humanidade.

Aqui no Sul, os seres humanos que vivem em frágeis palhotas de caniço correm o risco de ficar desalojados por causa das cheias resultantes da subida do nível das águas dos mares e dos rios como consequência das mudanças climáticas. Felizmente estes seres humanos desconhecem o frenesin de consumo num certo dia chamado “Black Friday”...


Uma Palhota


quarta-feira, 11 de Novembro de 2009

The Numerology of 11/11/09

This unique date is slated to affect us all

By Hans Decoz

In Numerology, three specific numbers are recognized as "Master numbers," because they are more influential than any other number. Those Master numbers are 11, 22 and 33. That's why November 11, 2009 is such an important date in Numerology: it's known as a "33 Universal Day," and for most of us, it will be the first we've ever experienced in our lifetimes. Considering that 33 is the most powerful as well as the rarest of the three Master numbers, it's worth noting that this rarity occurs twice in November 2009: November 11 and November 29. To get a bit more technical, not only do these two dates add up to 33, but they are also the only two days between 2000 and 2017 that form a perfect triangle of 11-11-11 (the year 2009 reduces to 11 when adding 2 and 9).

Within the perfect pyramid used to symbolize the three Master numbers (again, 11, 22 and 33), the 11 is found in the left bottom corner and represents intuitive knowledge and mastery. The 22, placed in the right bottom corner, combines the power of the 11 with a commanding ability to make things manifest -- something the 11 lacks -- while the 33 is found at the top of the pyramid and combines the powers of the 11 and the 22 with that of the enlightened teacher and communicator.

November 11, 2009 and November 29, 2009 are the only two dates between 2000 and 2017 that reduce to 11-11-11, adding up to 33.

So what does this mean and how will this affect us?

As the most feminine and intuitive of all numbers, the 11 represented by these dates will undoubtedly inspire diplomacy and a genuine desire to work toward peace. But the influence is subtle: after all, the number 11 is famous for making its impact behind the scenes -- for example, it might heighten our gut instinct, so we'll feel it on a more individual level. But the 33 in these dates will be more obvious and global in impact -- probably inspiring a single voice to deliver a unique and heartfelt message, or urging a collective voice or demonstration with far.

But the 33 in these dates will be more obvious and global in impact -- probably inspiring a single voice to deliver a unique and heartfelt message, or urging a collective voice or demonstration with far reaching-affects.

Interestingly, November 11, 2009 is also an ideal time to consider your bonds with other people, specifically in a family sense. This date ultimately reduces to the number 6, which represents our personal home base -- including our parents, children and sense of interconnectivity -- as well as emotional extremes. That means that as we become more aware of the global mood, we also have a great opportunity to turn our attention back to the hearth and make sure that our personal lives and relationships are fair and in balance.


domingo, 1 de Novembro de 2009

Voltei

Procuro em mim, o que eu sou,

A minha autenticidade

O meu eu interior,

e não como outros devem ou deveriam ser

Abro-me a possíbilidades inúmeras,

e aceito as diferenças

que vêm de formas diversas.

Umas vezes é fácil aceitá-las

É bom. É bonito!

Como o canto do meu amigo passarinho que pousa na janela da cozinha

E brinda com o seu canto os meus rituais macrobióticos...

Outras vezes aceito-as de formas que me aqueçem o coração.

Nessas ocasiões sinto ânimo para correr, espahar a LUZ e tocar mais e mais pessoas.

Outras vezes porém, as diferenças me agridem atrozmente.

Nesses casos levo tempo a aceitar...

E a iluminar caminhos escuros

Meu brilho é intenso!

Eu sou G A Y A

Mãe Terra

Planet Earth...

quinta-feira, 30 de Julho de 2009

Eu, eleitorado

Na terça-feira, 21 de Julho de 2009 a arena política Moçambicana foi marcada pelo encerramento da actual legislatura do Parlamento, pois a 28 de Outubro novos deputados serão ecolhidos em mais umas eleições gerais. Falar da configuração do painel do parlamento que resultar desse exercício democrático, é tecer conjecturas, que não me pareçem apropriadas neste momento.

Fiquei uns anos fora do país por isso precisava de mergulhar novamente na realidade tambémem relação aos políticos que nos representam, por isso a transmissão deste evento na TVM mereceu toda a minha atenção.

Verifiquei com tristeza que a postura dos deputados pouco mudou ao longo dos quase 15 anos de democracia mulipartidária. As mudanças ténues que constatei foram que se antes os representantes do povo eram flagrados a dormir quando alguém discursava, agora não dormem mais, mas parecem muito ocupados a segredar uns com os outros ou a manusear atentamente os seus celulares. Sim é verdade que o discurso da oposição naquele dia foi o mais longo na história da AR, mas os deputados não pareciam cansados ou enfastiados, e pareceu-me simplesmente que não estavam a ouvir. É que considerando a linguagem corporal das pessoas que apareciam em segundo plano na televisão, parecia que a pessoa no pódio não estava ali a transmitir a perspectiva de uma parte respeitável do eleitorado sobre o parlamento, o país, a nação.

Chocou-me deveras ver que nem mesmo quando foi feita referência a deputados falecidos no decurso da legislatura, houve uma mudança de atitude em sinal de respeito pela vida humana, por parte dessas pessoas que apareciam no écran em segundo plano.

O que não mudou na “magna casa” foi o comportamento que mais uma vez teve a maioria dos deputados da Renamo –UE, ao abandonarem a sala quando o Chefe da bancada da Frelimo iniciou o seu discurso.

Na essência, esta postura e aquela apontada em cima em nada diferem.

Apesar disso, foi animador registar a permanência na sala de cerca de meia dezena de deputados da oposição, facto que revela que a heterogeneidade começa a vislumbrar-se no horizonte. Afinal nem todos pensam e agem da mesma forma, e ainda bem que algumas pessoas que pensam de maneira diferente têm a liberdade de se posicionar em consciência na oposição.

A liberdade de expressão plasmada na Constituição da República motivou-me a sair da crítica nos bastidores e da inacção, e a partilhar esta minha interpretação sobre o comportamento dos nossos deputados em fim de mandato.

Devo começar por dizer que apenas ouvi os últimos 10 minutos do discurso da bancada da Renamo-UE , mas escutei na íntegra o muito aplaudido discurso do Chefe da bancada da Frelimo. Muito aplaudido e festejado com cânticos e vivas pelos representantes do partido da maioria, note-se.

Depois de cumprido o protocolo, foi feita a resenha do trabalho levado a pelos deputados. Não os deputados da Assembleia, apenas pelos da maioria. Escutei com espanto que só esses é que trabalharam ao longo dos 5 anos. Os outros, da oposição, aparentemente nada fizeram.

Depois, foram feitos calorosos elogios ao Presidente da Assembleia, a Sua Excelência o Presidente da República, às forças de defesa e segurança por terem prevenido um projectado tumulto (isso na mente de alguns). Manuel Frank também foi agraciado, bem como o Governo da Frelimo.

Em seguida, ouvi com tristesa a doença de uma mãe ser banalizada, porque um filho decidiu levá-la à vizinha África do Sul para tratamento. Enfim, observação infeliz, porém registada.

Ouvi do porta-voz dos veteranos, segundo eles únicos defensores dos ideiais democráticos em Moçambique, palavras e expressões tais como “mentiras” da oposição (é claro); e “juntos ao serviço do ‘nosso’ povo”, e perguntei-me: até quando?

Até quando é que cada uma das forças políticas que nos representam vai reclamar a exclusividade da democracia neste país de todos nós? Será que a democracia em Moçambique começa e termina nos manifestos políticos e os cidadãos não são parte do processo?

Até quando é que quem detem o poder é que sabe tudo, e todos que não são parte desse grupo são contra e não contam, não servem, são ignorados? É que as imagens da TVM mais a liguagem usada atestam um desprezo inexplicável pelo próximo, pelo co-cidadão. Por uma parte de Moçambicanos que escolheu ‘os outros’ com o seu voto.

Quando é que os nossos veteranos, vencedores da luta armada, experientes construtores desta nação vão perceber e reconhecer que o crescimento de um país, o progresso e o desenvolvimento são resultado de uma dinâmica conjunta, da qual todos são parte com ideias semelhates, diferentes e divergentes?

Quando é que vamos elevar o nível de diálogo da “casa magna” e parar de vez com comportamentos semelhates a crianças mimadas e malcriadas que julgam e chamam ‘mentirosos’ aos outros? Senhoras e Senhores, pais, avós de famílias, que exemplo é que vocês, a quem confiamos os nossos votos, dão aos jovens e crianças na construção desta Nação? Que semestes estão a semear para as gerações vindouras contribuirem em consciência, verticalidade e verdade para o mundo em que vivemos?

Quando é que vamos nos unir como um único povo para tirar este país e África do marasmo em que se encontra?

Senhores deputados, quando é que vão parar de massajar os vossos egos com glória pelo que se fez, e pensar, falar e agir face ao muito que ainda há por fazer?

Mais importante ainda, quando é que vamos começar a aceitar, e sobretudo a respeitar, as diferenças? Quando é que passaremos a respeitar o ser humano à nossa frente, mesmo quando ele vê e entende o país de uma maneira diferente? Por ventura não será justamente a diversidade de ideias e perspectivas sobre determinada questão o motor de qualquer mudança?

Será que, contráriamente a toda a raça humana, em Moçambique existem duas pessoas que concordam em 100% nos mesmos aspectos da vida? Será que quando se está do lado ‘certo’, qualquer que seja esse lado, passa-se a ter a virtude de automáticamente se pertençer um bloco uno e indiviso? Se a resposta a estas duas perguntas é positiva, então o nosso país mereçe ser especialmente distinguido neste planeta pela excepcionalidade destes factos inéditos.

Apesar das principais forças políticas pelo menos naquele dia se terem ignorado mutuamente, eu não faço ideia como seria Moçambique se a Renamo-UE não existisse, nem consigo imaginar o meu país sem a Frelimo. Perante mim, eleitorado, ambas estão aqui, à minha frente.

Só que parece que elas estão paradas no tempo. Depois da guerra que para satisfação de todos Moçambicanos terminou, eu eleitorado me apercebo que afinal a luta continua, não mais com armas, mas com palavras, pois não há claramemente um objectivo comum no seio dos representantes do ‘nosso’ povo.

Resumindo, o que transpirou para mim aquela sessão de encerramento da AR é que o princípio de que ‘se não estás comigo, estás contra mim’ perdura e parece que vai perpetuar-se.

E eu, eleitorado, assisto com serenidade aparente a esse confronto ‘eterno’. Sou cúmplice desse desamor, desses ressentimentos que tardam a ser resolvidos, desse mascar de rancor que parece uma chuínga sem gosto e gasta, e dessa auto-proclamação de virtudes de parte a parte!

Eu, eleitorado, que elegi aqueles deputados para me representar, naquele dia em que os utentes da magna casa terminaram o seu mandato senti que faltou algo. Faltou o meu merecido “obrigado” por ter feito a minha parte ao colocar-vos na “casa magna”? Eu, eleitorado esperava dos mandatários a humildade de se questionarem se o trabalho que lhes foi confiado foi bem feito.

Mas eu, eleitorado, não tive nada disso!

terça-feira, 21 de Julho de 2009

Giving

You must always give more than you receive. I mean, you receive one, you give a hundred, and if you are able to do it, nature will give you a thousand to give, nature will give you a hundred thousand to give, and you go on giving until a trickle in the mountains becomes like the Ganges, a wide huge enormous river able to quench the thirst of multitudes.
Heart Speak 2004, vol. 2, p. 161 – Rev. Chariji

sábado, 20 de Junho de 2009

O que é o amor

O Significado do Amor (dito por Crianças)

Um grupo de profissionais colocou esta questão a um conjunto de crianças entre os 4 e os 8 anos: «Qual é o significado do amor? As respostas que obtiveram foram muito mais amplas e profundas do que alguém possa imaginar. Vejam por vocês mesmos:

«Quando a minha avó ficou com artrite, não se podia dobrar para pintar as unhas dos dedos dos pés. Portanto o meu avô faz sempre isso por ela, mesmo quando apanhou, também, artrite nas mãos. Isso é o amor.»
Rebeca, 8 anos

«Quando alguém te ama, a maneira como pronuncia o teu nome é diferente. Tu sentes que o teu nome está seguro na boca dessa pessoa.»
Billy, 4 anos

«O amor é quando uma rapariga põe perfume e um rapaz põe colónia da barba e vão sair e se cheiram um ao outro .»
Karl, 5 anos

«O amor é quando vais comer fora e dás grande parte das tuas batatas fritas a alguém, sem a obrigares a darem-te das dele .»
Chrissy, 6 anos

«O amor é o que te faz sorrir quando estás cansado.»
Terri, 4 anos

«O amor é quando a minha mamã faz café ao meu papá e bebe um golinho antes de lho dar, para ter a certeza de que o sabor está bom.»
Danny, 7 anos

«O amor é estar sempre a dar beijinhos. E, depois, quando já estás cansado dos beijinhos, ainda queres estar ao pé daquela pessoa e falar com ela. O meu pai e a minha mãe são assim. Eles são um bocado nojentos quando se beijam.»
Emily, 8 anos

«O amor é aquilo que está contigo na sala, no Natal, se parares de abrir os presentes e escutares com atenção.»
Bobby, 7 anos

«Se queres aprender mais sobre o amor, deves começar por um amigo que odeies.»
Nikka, 6 anos

«O amor é quando dizes a um rapaz que gostas da camisa dele e, depois, ele usa-a todos os dias.»
Noelle, 7 anos

«O amor é quando um velhinho e uma velhinha ainda são amigos, mesmo depois de se conhecerem muito bem.» (nem Sócrates, Descartes ou Freud diriam algo mais certo...)
Tommy, 6 anos

«Durante o meu recital de piano, eu estava no palco e sentia-me apavorada. Olhei para todas as pessoas que estavam a olhar para mim, e reparei no meu pai que estava a acenar-me e a sorrir. Era a única pessoa a fazer aquilo. O medo desapareceu»
Cindy, 8 anos

«A minha mãe ama-me mais do que ninguém. Não vês mais ninguém a dar-me beijinhos para dormir.»
Clare, 6 anos

«Amor é quando a mamã dá ao papá o melhor pedaço da galinha.»
Elaine, 5 anos

«Amor é quando a mamã vê o papá bem cheiroso e arranjadinho e diz que ele ainda é mais bonito do que o Robert Redford.»
Chris, 7 anos

«Amor é quando o teu cãozinho te lambe a cara toda, apesar de o teres deixado sozinho todo o dia .»
Mary Ann, 4 anos

«Eu sei que a minha irmã mais velha me ama, porque me dá todas as roupas usadas e tem de ir comprar outras.»
Lauren, 4 anos

«Quando amas alguém, as tuas pestanas andam para cima e para baixo e saem estrelinhas de ti.» (quanta arte!).
Karen, 7 anos

«Amor é quando a mamã vê o papá na casa de banho e não acha isso indecente.»
Mark, 6 anos

«Nunca devemos dizer 'Amo-te', a menos que seja mesmo verdade. Mas se é mesmo verdade, devemos dizer muitas vezes. As pessoas esquecem-se .»
Jessica, 8 anos

E a última? O autor e conferencista Leo Buscaglia falou de um concurso em que ele teve de ser júri. O objectivo era encontrar a criança mais cuidadosa. A vencedora foi um rapazinho de quatro anos, cujo vizinho era um velhote que perdera recentemente a sua esposa. Depois de ter visto o senhor a chorar, o menino foi ao quintal do velhote, subiu para o seu colo e sentou-se. Quando a mãe he perguntou o que dissera ao vizinho, o rapazinho disse: Nada, só o ajudei a chorar.»

quinta-feira, 28 de Maio de 2009

Com Amor